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	<title>Comentários sobre: O preconceito vem de onde?</title>
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	<pubDate>Mon, 21 May 2012 17:49:32 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Eduardo Sant'Anna</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27591</link>
		<dc:creator>Eduardo Sant'Anna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:44:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.baxt.net/blog/?p=874#comment-27591</guid>
		<description>Eh...

E tem gente que chega ao ponto de dizer que "esse jeito frio dos xxxx-eses" (substitua pela nacionalidade que quiser) não é verdadeiro, não é humano.

Pois bem... outro dia eu estava pensando: se a maior parte da população mundial está na Asia (e a maior parte dos asiáticos tb têm fama de "frios") e se os europeus tb são "frios", então quem é a exceção da regra?  :-)

Pra mim tudo se resume à capacidade da pessoa de aceitar que o mundo não está limitado àquilo que aceitamos como o padrão que nos ensinaram desde criança.

A gente fala em preconceito no exterior mas acaba esquecendo do Brasil... e se fosse o inverso? E se tivesse um monte de mulher de burca e homem de turbante e barbão na orla do Rio? Tenho certeza que um monte de cariocas "over-simpáticos" iam ficar se cutucando e sacaneando: "ih, olha lá o Osama!!". Outros chegariam pro cara e perguntariam "coé Bin... como q está o Afeganistão?".

Não precisa nem chegar a tanto. Tem Nordestino que sofre no Brasil com isso... 

É fácil criticar os outros. Dificil é encontrar os erros em nós mesmos.

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eh&#8230;</p>
<p>E tem gente que chega ao ponto de dizer que &#8220;esse jeito frio dos xxxx-eses&#8221; (substitua pela nacionalidade que quiser) não é verdadeiro, não é humano.</p>
<p>Pois bem&#8230; outro dia eu estava pensando: se a maior parte da população mundial está na Asia (e a maior parte dos asiáticos tb têm fama de &#8220;frios&#8221;) e se os europeus tb são &#8220;frios&#8221;, então quem é a exceção da regra?  :-)</p>
<p>Pra mim tudo se resume à capacidade da pessoa de aceitar que o mundo não está limitado àquilo que aceitamos como o padrão que nos ensinaram desde criança.</p>
<p>A gente fala em preconceito no exterior mas acaba esquecendo do Brasil&#8230; e se fosse o inverso? E se tivesse um monte de mulher de burca e homem de turbante e barbão na orla do Rio? Tenho certeza que um monte de cariocas &#8220;over-simpáticos&#8221; iam ficar se cutucando e sacaneando: &#8220;ih, olha lá o Osama!!&#8221;. Outros chegariam pro cara e perguntariam &#8220;coé Bin&#8230; como q está o Afeganistão?&#8221;.</p>
<p>Não precisa nem chegar a tanto. Tem Nordestino que sofre no Brasil com isso&#8230; </p>
<p>É fácil criticar os outros. Dificil é encontrar os erros em nós mesmos.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: baxt</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27584</link>
		<dc:creator>baxt</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 00:21:54 +0000</pubDate>
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		<description>Eduardo, 

Que bom, finalmente alguem que nao eh branquelo dando opiniao! E que bom que voce e sua mulher se sentem bem no UK. Eu acho que a maneira com que a gente chega e se apresenta pros "nativos" faz muita diferenca no tratamento que a gente acaba recebendo, mas eh sempre bom ver a opiniao dos outros. 

E concordo com a parte de enfiar a sua cultura na goela dos outros. Existe uma minoria que acha os ingleses (alemaes, franceses, sei la o que) horriveis, pelo simples fato de que eles nao sao brasileiros e nao se comportam como tais! :) Nao faz muito sentido, ne? 

(e sim, discriminacao existe sim, sem duvida!)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo, </p>
<p>Que bom, finalmente alguem que nao eh branquelo dando opiniao! E que bom que voce e sua mulher se sentem bem no UK. Eu acho que a maneira com que a gente chega e se apresenta pros &#8220;nativos&#8221; faz muita diferenca no tratamento que a gente acaba recebendo, mas eh sempre bom ver a opiniao dos outros. </p>
<p>E concordo com a parte de enfiar a sua cultura na goela dos outros. Existe uma minoria que acha os ingleses (alemaes, franceses, sei la o que) horriveis, pelo simples fato de que eles nao sao brasileiros e nao se comportam como tais! :) Nao faz muito sentido, ne? </p>
<p>(e sim, discriminacao existe sim, sem duvida!)</p>
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		<title>Por: Eduardo Sant'Anna</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27581</link>
		<dc:creator>Eduardo Sant'Anna</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 17:42:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.baxt.net/blog/?p=874#comment-27581</guid>
		<description>Bem... 

Sou brasileiro que de tão misturado nem sei de onde as pessoas acham que sou. Aliás, na minha ida ao Marrocos descobri que eu pareço do Norte da Africa, já que em 1 semana por lá várias pessoas me confundiram com gente local (teve 2 querendo falar Árabe comigo! hehe). Já minha esposa, é notavelmente black...

Ou seja, o papo de se sentir bem/ser bem tratado só por ser branco não vale porque ambos estamos muito bem obrigado. Aliás, muitas vezes tenho a impressão de que sou melhor tratado em UK do que em alguns lugares do Brasil... não necessariamente por preconceito mas certamente por educação.

Acho que o problema de quem se sente mal é um mix entre se colocar em posição de inferioridade, esperar erroneamente que todo o mundo seja over-simpático e dificuldades de adaptação.  Há também os que querem enfiar sua propria cultura na goela dos estrangeiros. Tipo o inverso: querer ser over-simpático com pessoas que querem ficar na delas. 

A grande verdade é que tem Brasileiro que não consegue se adaptar ao exterior, mas que também não se adaptaria em outro canto do Brasil. Ou seja, mesmo se estivesse morando em um estado Brasileiro bastante oposto ao natal (tipo sair de Salvador pra morar em Curitiba) tem gente que tem dificuldades.

É aquela coisa típica do ser humano: é mais facil fazer outsourcing de suas responsabilidades (a culpa é do sistema, do país, da empresa, do chefe...) do que perceber que o problema está em si próprio.

Mas é claro, há também casos reais de discriminação - que certamente acontecem mas não são regra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem&#8230; </p>
<p>Sou brasileiro que de tão misturado nem sei de onde as pessoas acham que sou. Aliás, na minha ida ao Marrocos descobri que eu pareço do Norte da Africa, já que em 1 semana por lá várias pessoas me confundiram com gente local (teve 2 querendo falar Árabe comigo! hehe). Já minha esposa, é notavelmente black&#8230;</p>
<p>Ou seja, o papo de se sentir bem/ser bem tratado só por ser branco não vale porque ambos estamos muito bem obrigado. Aliás, muitas vezes tenho a impressão de que sou melhor tratado em UK do que em alguns lugares do Brasil&#8230; não necessariamente por preconceito mas certamente por educação.</p>
<p>Acho que o problema de quem se sente mal é um mix entre se colocar em posição de inferioridade, esperar erroneamente que todo o mundo seja over-simpático e dificuldades de adaptação.  Há também os que querem enfiar sua propria cultura na goela dos estrangeiros. Tipo o inverso: querer ser over-simpático com pessoas que querem ficar na delas. </p>
<p>A grande verdade é que tem Brasileiro que não consegue se adaptar ao exterior, mas que também não se adaptaria em outro canto do Brasil. Ou seja, mesmo se estivesse morando em um estado Brasileiro bastante oposto ao natal (tipo sair de Salvador pra morar em Curitiba) tem gente que tem dificuldades.</p>
<p>É aquela coisa típica do ser humano: é mais facil fazer outsourcing de suas responsabilidades (a culpa é do sistema, do país, da empresa, do chefe&#8230;) do que perceber que o problema está em si próprio.</p>
<p>Mas é claro, há também casos reais de discriminação - que certamente acontecem mas não são regra.</p>
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	<item>
		<title>Por: Alexandra</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27520</link>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 19:48:37 +0000</pubDate>
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		<description>Baxt,

Sou mais uma do time das branquelas que nunca se sentiu discriminada no exterior. Moro no Canadá há 10 anos e também já morei na Espanha. 

Eu acho que vc tocou num ponto importante - a questão de vc se sentir igual e projetar esse sentimento. Eu sempre parti do princípio que sou gente igual a todo mundo, trato todo mundo com a mesma consideração e espero o mesmo. Também não tenho tendência a levar as coisas pro lado pessoal. Por exemplo, se vou num restaurante e o garçon é meio ríspido eu atribuo ao fato de que ele provavelmente está tendo um dia de cão (ou é um cara chato mesmo) e não ao fato de que eu sou brasileira. 

Sobre o lance da discriminação sempre achei que era pq eu não tinha sotaque e não parecia estrangeira aqui no Canada. Mas aí fui morar na Espanha, onde eu tinha realmente pinta de  gringa e falava espanhol com bastante sotaque. Mas mesmo assim nunca me senti nem um pouco discriminada, muito pelo contrário. O que me incomodava na Europa era o discurso anti-imigração nos jornais, coisa que não se vê aqui no Canadá. 

Quanto a diferenças culturais, eu sempre fui muito discreta e sempre respeitei a privacidade de cada um, por isso não tive a menor dificuldade em me adaptar aqui no Canada. Não tive a menor dificuldade em fazer amizades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Baxt,</p>
<p>Sou mais uma do time das branquelas que nunca se sentiu discriminada no exterior. Moro no Canadá há 10 anos e também já morei na Espanha. </p>
<p>Eu acho que vc tocou num ponto importante - a questão de vc se sentir igual e projetar esse sentimento. Eu sempre parti do princípio que sou gente igual a todo mundo, trato todo mundo com a mesma consideração e espero o mesmo. Também não tenho tendência a levar as coisas pro lado pessoal. Por exemplo, se vou num restaurante e o garçon é meio ríspido eu atribuo ao fato de que ele provavelmente está tendo um dia de cão (ou é um cara chato mesmo) e não ao fato de que eu sou brasileira. </p>
<p>Sobre o lance da discriminação sempre achei que era pq eu não tinha sotaque e não parecia estrangeira aqui no Canada. Mas aí fui morar na Espanha, onde eu tinha realmente pinta de  gringa e falava espanhol com bastante sotaque. Mas mesmo assim nunca me senti nem um pouco discriminada, muito pelo contrário. O que me incomodava na Europa era o discurso anti-imigração nos jornais, coisa que não se vê aqui no Canadá. </p>
<p>Quanto a diferenças culturais, eu sempre fui muito discreta e sempre respeitei a privacidade de cada um, por isso não tive a menor dificuldade em me adaptar aqui no Canada. Não tive a menor dificuldade em fazer amizades.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Baxt</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27495</link>
		<dc:creator>Baxt</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 17:39:23 +0000</pubDate>
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		<description>Hahahaha! Esse negocio de nome eh um saco! Uma amiga minha foi para a tailandia, e la alem de essas ordens malucas existem apelidos e diminutivos que sao incorporados ao nome, e mudam de acordo com a idade relativa de quem esta falando com a pessoa. Uma complicacao.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hahahaha! Esse negocio de nome eh um saco! Uma amiga minha foi para a tailandia, e la alem de essas ordens malucas existem apelidos e diminutivos que sao incorporados ao nome, e mudam de acordo com a idade relativa de quem esta falando com a pessoa. Uma complicacao.</p>
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		<title>Por: João Paulo Cursino</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27493</link>
		<dc:creator>João Paulo Cursino</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 17:34:27 +0000</pubDate>
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		<description>E tem o caso dos chineses e bajorianos (BAxt, pergunte a Marido pelos bajorianos), para quem o nome familiar vem antes do nome individual:

Mao Zedong: filho de um sujeito também chamado Mao, diferenciado de seus irmãos pelo nome Zedong.

Major Kira Nerys, do exército de Bajor: corretamente chamada Major Kira, conhecida intimamente como Nerys.

... Aliás, não faria mais sentido usar os nomes assim? Seria muito mais fácil montar lista alfabética!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E tem o caso dos chineses e bajorianos (BAxt, pergunte a Marido pelos bajorianos), para quem o nome familiar vem antes do nome individual:</p>
<p>Mao Zedong: filho de um sujeito também chamado Mao, diferenciado de seus irmãos pelo nome Zedong.</p>
<p>Major Kira Nerys, do exército de Bajor: corretamente chamada Major Kira, conhecida intimamente como Nerys.</p>
<p>&#8230; Aliás, não faria mais sentido usar os nomes assim? Seria muito mais fácil montar lista alfabética!</p>
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	<item>
		<title>Por: João Paulo Cursino</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27492</link>
		<dc:creator>João Paulo Cursino</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 17:31:26 +0000</pubDate>
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		<description>E tem mais um complicador, né. No Brasil, é assim:

Fulano Xpto da Silva --&gt; SILVA, Fulano Xpto da.

Na Espanha (e países da Latinoamérica):

Fulano Xpto da Silva --&gt; XPTO, Fulano.

No caso da supra-assinada Isabel, o passaporte brasileiro traz o nome de um jeito; o espanhol, de outro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E tem mais um complicador, né. No Brasil, é assim:</p>
<p>Fulano Xpto da Silva &#8211;&gt; SILVA, Fulano Xpto da.</p>
<p>Na Espanha (e países da Latinoamérica):</p>
<p>Fulano Xpto da Silva &#8211;&gt; XPTO, Fulano.</p>
<p>No caso da supra-assinada Isabel, o passaporte brasileiro traz o nome de um jeito; o espanhol, de outro.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: baxt</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27491</link>
		<dc:creator>baxt</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 17:27:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.baxt.net/blog/?p=874#comment-27491</guid>
		<description>Gente, acabei escrevendo um post em vez de continuar a discussao por aqui :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, acabei escrevendo um post em vez de continuar a discussao por aqui :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Isabel</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27489</link>
		<dc:creator>Isabel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 06:11:08 +0000</pubDate>
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		<description>Usei brackets e o site não leu. Fica: "melhor é assumir o vá à merda mode (maravilhosa invenção" e "entra logo o palhaçada mode brasileiro".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Usei brackets e o site não leu. Fica: &#8220;melhor é assumir o vá à merda mode (maravilhosa invenção&#8221; e &#8220;entra logo o palhaçada mode brasileiro&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Isabel</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2009/10/06/o-preconceito-vem-de-onde/comment-page-1/#comment-27488</link>
		<dc:creator>Isabel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 06:06:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.baxt.net/blog/?p=874#comment-27488</guid>
		<description>PS Adorei o link do início do post, eu já gostava do blog da Luciana! Quanto ao preconceito, nunca morei fora, mas sou filha de espanhóis nascida no Brasil. Então, na Espanha tem gente que te trata como espanhol de 2a. categoria, tipo, o lixo retornado da América. Neste caso o melhor é assumir o  (maravilhosa invenção espanhola, ótima pro fígado), mas não sei se eu conseguiria fazer sempre se morasse lá... Também tem gente que nem liga e logo te faz perguntas sobre o Brasil, curte a idéia e tal. Já aqui no Brasil, idem -- uns me destratam por ser filha de estrangeiros, ou têm preconceito com brancos; outros acham legal, fazem perguntas, pedem receita de "paeja" (!!), entra logo o  brasileiro e todos descambam pro portunhol + risadas... Deve ser assim em todos os lugares, tem gente de tudo que é tipo e tb depende de como vc age, suponho. (Foi malaê o abuso, Baxt)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PS Adorei o link do início do post, eu já gostava do blog da Luciana! Quanto ao preconceito, nunca morei fora, mas sou filha de espanhóis nascida no Brasil. Então, na Espanha tem gente que te trata como espanhol de 2a. categoria, tipo, o lixo retornado da América. Neste caso o melhor é assumir o  (maravilhosa invenção espanhola, ótima pro fígado), mas não sei se eu conseguiria fazer sempre se morasse lá&#8230; Também tem gente que nem liga e logo te faz perguntas sobre o Brasil, curte a idéia e tal. Já aqui no Brasil, idem &#8212; uns me destratam por ser filha de estrangeiros, ou têm preconceito com brancos; outros acham legal, fazem perguntas, pedem receita de &#8220;paeja&#8221; (!!), entra logo o  brasileiro e todos descambam pro portunhol + risadas&#8230; Deve ser assim em todos os lugares, tem gente de tudo que é tipo e tb depende de como vc age, suponho. (Foi malaê o abuso, Baxt)</p>
]]></content:encoded>
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