Archive for abril, 2009

O que vocês pensam quando não estão fazendo nada?

terça-feira, abril 21st, 2009

Eu sei, eu sei que cada vez menos a gente tem tempo para pensar. Estamos sempre lendo alguma coisa, ouvindo um podcast, falando com alguém, vendo televisão, recebendo informação. Mas em alguns momentos, alguns poucos, a gente é obrigado a pensar. Na hora do banho, no ônibus (se você tiver esquecido o ipod) ou no [...]

O mundo sem escolhas

segunda-feira, abril 20th, 2009

Continuando a conversa dos comentários, e também das mensagens que alguns amigos me mandaram em privado (um deles disse que isso era conversa de baranga, e como eu supostamente não sou baranga, não poderia ter discurso de baranga! Não concordo, mas achei o ponto de vista dele tão interessante que resolvi citar aqui anonimamente - [...]

Olhando à nossa volta

quarta-feira, abril 15th, 2009

Como estou há um tempão para escrever um post decente falando de feminismo, resolvi começar logo, mesmo desconfiando que precisaria de uma série de posts, escritos com calma, o que a gente sabe vai demorar para acontecer (e quando demora, aí é que não acontece mais).
Tenho lido alguns blogs feministas, acompanhado algumas discussões e [...]

Voltei para casa

segunda-feira, abril 13th, 2009

Para as pessoas que comentaram durante o feriado, só aprovei os comentários agora porque só voltei agora. Foi mal aê e obrigada pelos comentários.
Passei o feriado de Pascoa na Isle of Wight, que é tipo uma Paquetá inglesa (ou uma grande Cabo Frio). Caminhamos 60 km: 20 nos dois primeiros dias, 15 no segundo e [...]

Fecha o cerco

quarta-feira, abril 8th, 2009

Ainda nao tenho opiniao formada sobre a historia dos muros em volta das favelas do Rio. O que o povo anda falando por ai?

Post curto, mas grande demais prum tweet

terça-feira, abril 7th, 2009

Twitaram um link de poesia, fui la ver (pode ir, eh Drummond. Nada de Arnaldo Antunes, desconstrucoes, poesia concreta, parangoles. Vai na fe). Mas nao consegui me concentrar na poesia, soh no barulhinho de disco velho, de agulha no disco.
O barulhinho abriu - escancarou - uma gaveta no meu cerebro cheia de Saltimbancos, Balao Magico, [...]