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	<title>Comentários sobre: Hhhmmm&#8230;</title>
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	<pubDate>Mon, 21 May 2012 17:25:48 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Eiji</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2007/08/29/hhhmmm/comment-page-1/#comment-26602</link>
		<dc:creator>Eiji</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 16:38:14 +0000</pubDate>
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		<description>Bárbara...3 leitores.

beijos Eiji</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bárbara&#8230;3 leitores.</p>
<p>beijos Eiji</p>
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		<title>Por: zander catta preta</title>
		<link>http://www.baxt.net/blog/2007/08/29/hhhmmm/comment-page-1/#comment-26549</link>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 04:19:12 +0000</pubDate>
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		<description>Não Baxt.

A conclusão que eu quis te passar, e pelo visto não consegui, é que ser medíocre drena tua/nossa vida. Pagar contas, cuidar da casa, lidar com um mínimo de consciência com o cotidiano é extenuante. E será cada vez mais, infelizmente.

Isso é ruim? Não creio, não acho, não é. E levar a vida sem esforço te arrasta para abaixo da mediocridade. O lassez faire não ajuda nada nem ninguém a fazer coisa alguma. A não ser a desobrigar o nosso senso de responsabilidade a fazer algo que não queremos e não precisamos cuidar.

Nesse dia-a-dia medíocre da maioria, escolhemos algo para nós como norte. Profissão, família, diversão, dançar vestido de rosa semanalmente na esquina da praça, whatever.

Ser brilhante é fazer aquilo que escolhemos para nós com o brilho nosso natural, espontâneo. Fruto de esforço e disciplina, claro, mas ser brilhante é para poucos. Nenhuns, eu diria.

E o que me intriga, de fato, é quem é brilhante de verdade não se esforça em sê-lo, mas o é por ser apenas o que é. Einstein não se esforçava em ser brilhante, se esforçava em ser o melhor Einstein que ele podia ser. Daí o resto ia por si mesmo.

É isso.

beijocas, lindona.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não Baxt.</p>
<p>A conclusão que eu quis te passar, e pelo visto não consegui, é que ser medíocre drena tua/nossa vida. Pagar contas, cuidar da casa, lidar com um mínimo de consciência com o cotidiano é extenuante. E será cada vez mais, infelizmente.</p>
<p>Isso é ruim? Não creio, não acho, não é. E levar a vida sem esforço te arrasta para abaixo da mediocridade. O lassez faire não ajuda nada nem ninguém a fazer coisa alguma. A não ser a desobrigar o nosso senso de responsabilidade a fazer algo que não queremos e não precisamos cuidar.</p>
<p>Nesse dia-a-dia medíocre da maioria, escolhemos algo para nós como norte. Profissão, família, diversão, dançar vestido de rosa semanalmente na esquina da praça, whatever.</p>
<p>Ser brilhante é fazer aquilo que escolhemos para nós com o brilho nosso natural, espontâneo. Fruto de esforço e disciplina, claro, mas ser brilhante é para poucos. Nenhuns, eu diria.</p>
<p>E o que me intriga, de fato, é quem é brilhante de verdade não se esforça em sê-lo, mas o é por ser apenas o que é. Einstein não se esforçava em ser brilhante, se esforçava em ser o melhor Einstein que ele podia ser. Daí o resto ia por si mesmo.</p>
<p>É isso.</p>
<p>beijocas, lindona.</p>
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