E finalmente os vizinhos vão parar de buzinar!
Como tá todo mundo falando de futebol, me achei no direito: mesmo não entendo chongas do assunto, quero dar meu pitaco sobre a eliminação do Brasil.
Dia desses fiz uma entrevista com o Tostão, em que ele me disse que a pior seleção brasileira de todos os tempos foi a de 1966, “porque aquilo não era um time: era um amontoado de jogadores”.
Na minha opinião, a mesmíssima coisa que a seleção de 2006. Em nenhum momento tive a impressão de que o objetivo daqueles caras em campo era ganhar.
Um estava preocupado em emagrecer e não ser criticado, o outro queria manter o título de “melhor jogador do mundo”, e por aí vai. Os reservas entravam em campo com toda a energia do mundo, mas não para endireitar o jogo e sim para mostrar serviço, “para ver se o Parreira me escala para o próximo”.
Desse jeito, pensando individualmente, não dá para ganhar nem jogo de buraco, né?
PS: aquela chuteira amarela é muito feia!
PS2: quase tão feia quanto os números dourados nas camisas dos italianos. Uia!
Julho 4th, 2006 at 2:09 pm
Chuteiras a amarelas são feias em jogadores do Brasil.
Mas os números dourados ficam até bonitinhos nos italianos! hehehe.
Muitos jogadores , pouco time. Bem feito. Gosto mesmo é do Felipão treinando a terrinha. Vantagem: Parreira, Cafú e Roberto Carlos não voltam para a seleção.
Julho 4th, 2006 at 11:02 am
Complementando o Inagaki, Zidane mostrou que “melhor jogador do mundo” não é sinônimo de “foca amestrada”.
Julho 3rd, 2006 at 12:11 pm
Bárbara,
Adorei o teu comentário. Concordo em gênero, número e grau.
Julho 2nd, 2006 at 4:21 pm
Foi uma seleção de globetrotters. Malabarismos ficam bem em comerciais da Nike, mas em uma competição são tão úteis quanto camisinha furada.