E eis que a capacidade de indignação morre, vítima de uma bala perdida
Pessoa 1: Mas você disse que queria se mudar do Rio quando seu amigo morreu baleado saindo do trabalho.
Pessoa 2: Disse, porque eu estava abalado.
Pessoa 3, interrompendo: Ora, mas a gente sempre pensa isso quando um amigo nosso leva um tiro ou é assaltado!
(”Sempre que…”???? Como assim????)
Maio 24th, 2006 at 8:24 pm
É fueda! Já banalizaram a morte, a violência, a bala perdida, a bandalheira na politicagem… enfim, uma lista gigabyte.
Maio 24th, 2006 at 12:05 pm
A sociedade continua tão alienada que prefere se conformar com a situação atual do que agir de alguma forma. Porque simplesmente se indignar também não adianta!
Como disse o proprio governador de Sao Paulo..
“A bolsa da burguesia vai ter que ser aberta para poder sustentar a miséria social brasileira no sentido de haver mais empregos, mais educação, mais solidariedade, mais diálogo e reciprocidade de situações”
Quem que está afim de abrir a bolsa?
Mudar de bairro.. de cidade.. de pais…. tudo isso também não adianta! A criminalidade já está onipresente!
Maio 24th, 2006 at 9:48 am
Eu sou um que cansei de falar isso. Cansei MESMO. Finquei raízes aqui, e não saio mais. Os bandidos que se mudem (se é que já não se mudaram, vide o que tem acontecido em SP)
Maio 22nd, 2006 at 5:56 pm
A carga excessiva de informação a que somos submetidos (jornal, TV, e-mails, celular, SMS, blogs, wikis, ipods, ops, dobs, jobs, wobs …) deve estar nos anestesiando. Isso ou as ondas eletromagnéticas geradas por todas as parafernalhas eletrônicas que nos cercam. Ou ainda podem estar colocando alguma coisa na água.
Como foi que acabamos assim?
OBS: Mais uma para a categoria anestesia coletiva: “Sempre que o Mula aparece na televisão fingindo ser presidente fico com medo de + 4 anos.”
Maio 22nd, 2006 at 5:29 pm
Disse, mas aí eu pensei melhor e vi que ia dar um trabaaaalho. Então botei um porteiro eletrônico novo no meu prédio e agora está tudo bem.