Ayer he hablado muchisimo espanol. And then a lot of English. Y espanol una vez mas. And English a lottle bit more. Eh claro que no meio do caminho jah estava fazendo confusao e falando ingles com o jornalista argentino e quase mandando um “pluspart” no meio da frase. Uma semana assim e eu nao preciso de curso de linguas por um bom tempo ;o)
Monthly Archives: novembro 2005
Bienvenidos a Miami
Depois de 20 anos morando na super Barra da Tijuca, vim parar na Grande Matriz: Miami. Sim, estou passando uns dias aqui num hotel art deco e ouvindo espanhol pelas ruas.
Desde que cheguei (hoje de manha) jah vi algumas coisas estranhas. Mas acho que nada vai superar o cara que passou por mim andando de bicicleta com uma mega cobra albina pendurada no pescoco.
Nas lojas de tenis toca hip hop o tempo todo. As vezes eh so a batida. A conversa dos atendentes da loja por cima da batida vira um rap perfeito.
Estou aqui para acompanhar a gravacao de um programa sobre tattoo (Miami Ink, surpreendentemente legal). Eh ou nao eh um passeio ao universo paralelo?
Esse fim de ano estah agitado, por isso nao tenho escrito direito aqui. Quando voltar vou tentar expor meus feelings em relacao a essa cidade.
Como jah deu para perceber, estou sem cedilhas, acentos, nada disso. Mas dah para entender: eh soh fingir que estamos usando computador em 1988.
Ficando véia
Sabe, eu sou uma pessoa que fica feliz de receber parabéns pelo scrapbook do orkut. Sério.
Acho que inferno astral está acabando. Aos pouquinhos.
É impressionante como eu estou conseguindo ficar calma quando certas coisas acontecem. Quer dizer, eu fico puta da vida, mas logo passa.
Nunca gostei de dizer minha idade no trabalho – porque eu sempre era a mais novinha. Hoje em dia, já não sou a mais nova, nem nova at all! Trabalho com jornalismo desde 1998, são 7 anos. Muito estranho isso.
Agora, de estagiária bobinha eu só tenho a cara. (experimenta chegar no Projac com essa cara de loirinha bochechuda, hahaha!)
Fiz 27 anos, me sinto quase uma balzaquiana (como a Bruna). Mas sinto que coisas bem legais vêm por aí.
Muito obrigada pelos parabéns e pelos votos de “felicidades!”, “saúde!”, “dinheiro!”, “sexo!”, “amor!”, etc etc.
Merda de inferno astral!!
humpf.
Essa sou eu hoje

Povo marcado, êh! Povo feliz!
Morar num condomínio classe média-média da Barra da Tijuca é isso aí: todo fim de semana tem churrasco no prédio – e como a churrasqueira fica seis andares abaixo de nossa super varanda, já estamos nos enturmando com as conversas, já sabemos que a menina do mês passado queria agarrar o amigo Passarinho e já estamos up-to-date com todas as variações de camisa mamãe-sou-forte dessa galera crasse A.
Mas o que me deixa realmente chocada é como as pessoas gostam das músicas que mandam elas gostarem – sem qualquer questionamento. O killer song com assobios é um hit, é claro, mas o resto do tempo é integralmente ocupado por umas 5 ou 6 dances das 7 melhores da Jovem Pan e um ou outro hip hop desses que tocam na MTV (ou no Multishow, admito que não vejo emetevê há muito tempo).
E sempre (sempre mesmo, não é modo de dizer) tem alguém que diz “adoro essa música”, ou que a coloca para tocar de novo (ou de novo, novo e novo, até o Marido começar a dar cabeçadas na parede de drywall, o que é muito arriscado, já que paredes de drywall quebram e esburacam como os cenários do Projac).
Todas as vezes que isso acontece eu me pergunto como tantas pessoas podem gostar sinceramente das mesmas músicas, e mudar radicalmente de preferência daqui a um mês, quando a grana do jabá for distribuída entre outra meia dúzia de músicos. É uma pergunta retórica, é claro, que também se aplica a roupas, a bandas indie (muda o universo, mas a situação é a mesma), ao cabelo loiro de chapinha, ao cabelo ruivo curto, ao peitão, e a muitas coisas.
Na verdade eu, que não perco nunca a capacidade de me surpreender com as coisas, continuo me surpreendendo com o quanto as pessoas são gado.
Step by step, oohhh baby…
Hoje à tarde vou entrevistar um New Kid on the Block. Se tiver alguma coisa que você queira saber do moço, mande e eu pergunto.