Ainda mais sobre o mesmo ou nada sobre nada
Um relato rápido sobre meus dias de carnaval pq já faz muito tempo e o assunto já perdeu a relevância para mim. Mas um sábado em que se vai a uma festa de trekkers e em seguida jantar no restaurante grego merece pelo menos um breve registro. Na verdade, o que merece registro é o fato de que eu dancei vááárias músicas gregas. E até imitamos os passinhos das danças de confraternização (eu e a pequena galera que estava lá), e inventamos letras em português para as músicas: “Ela estabacou / ela estabacou / Não sei o que que houve / Ela estabacou”.
Os meninos que lá estavam colocaram os chapeuzinhos dos garçons e dançaram tbm. Sim, o Namorado também dançou dança grega de chapeuzinho. Podem zoar. Ele não me deixou registrar a cena…
No final, a dançarina oficial do restaurante nos explicou que, devido ao carnaval, o fornecedor de pratos-para-quebrar estava muito atrasado na entrega…
:o(
…mas que nós poderíamos, para quebrar o galho, quebrar copos na varanda.
:o))
Fiquei feliz. Então em vez de quebrar coisas feitas especialmente para serem quebradas (os pratos de gesso), eu iria quebrar coisas feitas para não serem quebradas!
Pena que a galera da outra mesa - alguns brasileiros e alguns finlandeses que dançaram para caramba e tiraram muitas fotos de um bizzarro carnaval carioca - não gostaram da idéia. Foram embora, me deixando sem nada para quebrar.
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De resto. Sono sono sono. La Dolce Vita e Some like it hot no DVD comendo queijinho. Escola do Rock no cinema e Maldita na matriz. Para variar.
Escola de Rock - sim, uma dessas coisas que a gente faz para deixar o namorado feliz. Pois bem, para quem gosta de sessão da tarde (eu gosto), recomendo veementemente.
Cinemão tarja preta, roubando a expressão que, acho, é do Inagaki. Um daqueles filmes que fazem vc sair do cinema achando o mundo fofo, as crianças fofas, o Jack Black fofo, a comida do Fridays fofa e o New York Ciry Center um pouco menos pior.
Diversão extra: observar as 58 cenas em que o microfone aparece despudoradamente no enquadramento. Ou, melhor ainda, reparar que nas cenas na sala de aula, os refletores também aparecem e os microfones ficam visíveis pela metade, acompanhando os atores. Pode ser uma opção estética. Demonstrar a fragilidade da cenografia para que vc não exija coerência do roteiro. Acho que não era, anyway.
Diversão extra dois: o mocinho lindo que faz o papel de Spider (”papel” é modo de dizer, um aparição), e aparece com uma roupa hilária no show do final. Minha irmã, uma tarada por supermodels lindinhos (ou lindões), falou que o moço já é um conhecido de longa data: trata-se de Lucas Babin, o prícipe da Alanis Morrisette em Precious Illusions.
E é isso.
Agora que o carnaval acabou, desejo um bom ano novo para todo mundo. Não que o meu já não tenha começado há tempos, mas vai começar de novo. Olha só que beleza. A gente tem duas chances para começar uma coisa que só vai acabar uma vez.
Março 1st, 2004 at 10:35 am
ah, como eu queria que aqui em natal tivesse um restaurante grego… deve ser hilário… adorei os pratos de gesso…